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Don’t Fxxx the Culture

  • bruna94436
  • 30 de jul.
  • 2 min de leitura

Cultura organizacional na prática


 

Se você é empreendedor, empresário ou gestor, possivelmente, já tenha escutado falar sobre a carta aberta do Brian Chesky, fundador do Airbnb, sobre cultura.


Resumindo, depois de captar milhões de dólares numa rodada de investimentos com Peter Thiel, Brian perguntou a ele qual seria o conselho mais valioso para garantir o sucesso da empresa. E Peter respondeu: “Dont fxxx up the culture”.

Em 2013, um ano depois, Brian escreveu uma circular sobre o tema, citando a importância da cultura e como torná-la DNA da empresa.


Para quem se interessar a circular está aqui: https://medium.com/@bchesky/dont-fuck-up-the-culture-597cde9ee9d4



Um dos pontos mais importantes dessa circular é quando Chesky cita que se você quebra a cultura, quebra a máquina que cria produtos, ou seja, além de tudo a cultura é essencial para a inovação. O que provavelmente irá durar 100 anos como as empresas centenárias é a cultura.



Outra questão é a afirmação dele de: “Cultura é mil coisas, mil vezes”. Todos os itens de um negócio: seja enviar um e-mail, projeto, uma caminhada no corredor, tudo isso deve refletir os valores centrais da companhia. E a participação de cada profissional nisso é imprescindível, já que os times podem construir ou corroerem a cultura.



E, por fim, ele cita que a cultura sólida inspira confiança e pode até superar processos.

Quando penso em cultura organizacional automaticamente acabo pensando na cultura em si, por exemplo, como em cada país temos comportamentos, orientações e agimos de acordo com o que é apropriado naquele local. Sendo assim, entendo que as empresas também precisam disso: ADAPTABILIDADE dos times para que cada um entenda o seu papel e ajude a fomentar.


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Se convenceu? Caso, você ainda pense que é "bobagem", vou citar alguns benefícios da cultura organizacional:


 

📈 Benefícios tangíveis

  • Inspirar líderes a dar prioridade real à cultura, e não só no discurso.


  • Encorajar a equipe a enxergar cada ação como parte do legado cultural.


  • Cria clareza: os valores importam menos como enunciado e mais como comportamento diário.


  • Mostrar que cultura é vantagem real — reduz burocracia, aumenta autonomia e acelera a inovação.

 

 

💡 Dica final da Bru: duas séries, que já assisti e abordam a cultura organizacional.


Mad Men

Ambientada nos anos 60, a série mergulha na cultura corporativa da época, abordando temas como ética, identidade e transformação organizacional.



Emily in Paris

Oferece uma visão sobre as diferenças culturais entre organizações americanas e francesas e como essas influenciam o ambiente de trabalho.


 

Fontes:

 
 
 

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